quinta-feira, 16 de outubro de 2014






NOVA IORQUE É MESMO ALI...


Não há hipótese! Serei sempre uma romântica incorrigível, daquelas que precisam de muito pouco para se derreterem como um caramelo, perto de uma fonte de calor! Assumo isto... PRONTO!!!
Adorei hoje este post que me chegou por mail e enquanto o lia, lá se me ia derretendo o coração. Transpus para a minha vidinha... Às vezes, precisamos mesmo de momentos assim, a dois, sozinhos, um com o outro...

Já estive no Estados Unidos, mas não fui, na altura a Nova Iorque, por contingências várias. Não me importei. Absorvi na mesma essa viagem em família, com a força daquelas experiências que ficam para a vida toda. Secretamente, prometi a mim mesma que iria lá um dia, antes de morrer. É certamente uma cidade maravilhosa e para quem é urbana da silva, como eu, deve ser outra experiência única que vou querer partilhar, claro!
Mas isso agora não importa. O que importa é que percebi, com este post de João Miguel Tavares que partilharam comigo, que sim, que às vezes precisamos de ir ali ao lado, a dois, sem pressas, sem burburinhos, sem stress a cirandar, para (re)descobrir cheiros, olhares, sorrisos, expressões. Para estar, ouvir, tocar, cheirar, namorar sem fim, com olhos mágicos, que tornam as pessoas únicas no mundo em momentos assim. Às vezes é preciso ver com os dois olhos que as "lavas petrificaram" e que o rio que corre lá em baixo é mesmo de amor.


Bolas, ainda bem que às vezes há "Nova Iorques" assim e estas, estão ao virar da esquina!