terça-feira, 31 de março de 2015



DO MELHOR QUE HÁ...

Estes finais de tarde assim solarengos, com este horário primaveril que nos leva logo, em telepatia direta, para aquelas maravilhosas tardes de verão, que nos prolongam o sol na pele e a luz na alma, SÃO DO MELHOR QUE HÁ!!!
Mesmo que o dia tenha corrido rabugento, o humor tenha flutuado e alguns planos tenham saído furados, esta luz agora  redime-me de tudo e renova-me para um amanhã que está já ali ao virar das horas...
E é maravilhosa esta ideia de recomeço...




sexta-feira, 27 de março de 2015




SWEET SEVENTEEN





De vez em quando faço uns tours pelos milhares de fotos que têm e, de vez em quando, tenho agradáveis surpresas!
Hoje descobri estas todas, tiradas não sei onde e não sei quando... De facto, na era do papel, era certo e sabido que tínhamos sempre as fotos connosco e não como agora, que ficam esquecidas nos espaços virtuais que vamos tendo...
Estas, já ninguém me tira!
Estão lindas! Fizeram-me sorrir e ficar inchada de orgulho de mãe babada que sou, dos três filhos que tenho, mas sobretudo, o que me fizeram apetecer mesmo, mesmo, foi ter 17 anos outra vez... Isso é que era!!


P.S. E foi mesmo, linda... os meus melhores sorrisos começaram com vocês e tu, foste a primeira...

quinta-feira, 19 de março de 2015



MI AMOR...

E foi aqui nesta célula pequenina (onde mais tarde ainda coube o João), que a minha descoberta do verdadeiro amor começou. Acredito que isso tenha marcado um imput sério na minha personalidade, ou não acreditasse eu na importância de todas estas linguagens de amor na vida pequenina de meninos e meninas  pequeninos também. 
E tu, papy, estiveste sempre lá, forte e seguro como um farol, como já tenho falado aqui. E por isso cresci também forte e segura, pronta a ser agora eu, farol de outras e de outros.
Amo-te tanto, tanto, papy e queria tanto que estivesses aqui comigo ainda. As minhas saudades não passarão nunca e é por isso que grito para esta blogosfera infinita que foste o melhor pai do mundo e me inundaste sempre de amor!
Hoje apeteceu-me dizer isto!! 


                                                              P.s. e eras um homem lindo...
                                                 


quarta-feira, 18 de março de 2015



BICHINHO


Hoje acordei muito indisposta, com a barriga em carrossel e a casa-de-banho a servir-me de poiso constante, tal era agitação que por aqui andava. Pensei em como é impressionante este nosso corpo humano: ontem corri (quase sempre em trote), quase 7kms e senti-me bem, no final, a respiração controlada, os músculos a corresponder e uma sensação boa, de vitória. 
Tenho uma vida louca, de louca mesmo e a persistência destes hábitos que agora inicio, não é fácil: não consigo ir sempre à mesma hora, não consigo prever na véspera a hora a que poderei ir, tenho que ter um espírito prático ainda mais apurado do que o que já tenho, tenho que vestir o que está à mão, sem complicómetros vaidosos de imagem, enfim, tenho que remar contra uma maré muito cheia e muito gigantesca, às vezes... Mas tenho ido, tenho ido sempre, interiorizando que isto, mais do que uma questão de imagem, será muito mais, SEMPRE, uma questão de saúde...

Mas o que mais gosto mesmo, mesmo é quando este pingente vai comigo, porque me quer fazer companhia e porque não gosta também, de estar parado. Corre à minha frente, volta atrás, pára, recomeça, pergunta-me se estou bem, quer saber se utilizo bem os gadgets que levo. Já sabe que tenho o meu ritmo, que nisto, de correr, cada um vai ao seu compasso, mas sabe-me bem este mini atleta de 11 anos que saltita por ali.

Hoje, não poderá ir comigo, já que vou a uma hora atípica. Não faz mal, depois conto-lhe como foi. Por agora, só espero que este carrossel gástrico de hoje vá parando, para que possa ir treinar... É que, cá me parece que fui mordida pelo bichinho, o tal, das corridas...

sábado, 14 de março de 2015








ERA JÁ...


E era só mesmo isto que me apetecia, a sério... Nem precisava ser para muito longe, bastava assim sermos donos e senhores do tempo por umas horas... Já  imaginaste? Eu já e era mesmo isso...


quinta-feira, 12 de março de 2015






AMO-TE MUITO...


Tenho andado meio agoniada com uma série de pontas soltas na minha vida. Com a anestesia do dia-a-dia, a coisa vai andando ligeira, mas reconheço um certo turbilhão cá dentro. Por isso hoje, resolvi vir aqui. Imaginei-me sozinha por este sítio e não mais sosseguei até cá vir, de fugida, à hora do almoço.
Antes da azáfama, fui...
Estão 22 graus no sítio onde estou. Como é possível?
Respiro fundo. Engulo este cheiro a maresia e imprimo no cérebro esta fotografia natural, a cores e maravilhosa que aparece à minha frente.
Lembro-me do AMO-TE MUITO que lhes digo todas as noites, individualmente, sempre que lhes vou dar o último beijo de até amanhã, depois das trinta mil coisas que têm de fazer antes de se deitarem. Lembro-me do AMO-TE MUITO que não digo, porque estou cansada, stressada, desencantada, ou só preguiçosa.
Lembro-me do AMO-TE MUITO que fica a pairar em mim, de cada vez que não o digo, como se houvesse sossego só depois de ser dito à pessoa certa e também à hora certa.
Lembro-me que atrás das nuvens está sempre o sol e que não é tudo cinzento, não pode ser, há focos de luz, brilhante e luminosa, como esta hoje, desta praia perto de mim.

Dizem que a vitamina D controla cerca de 270 genes do nosso corpo. Isso não sei... eu cá sou de letras;mas que hoje a vou sugar todinha, em cada poro da minha pele, ai isso é certo.
E sabes? AMO-TE  (vos) MESMO MUITO!

quinta-feira, 5 de março de 2015



MOEDA DE CHOCOLATE



Hoje foi mais ou menos isto...



Enfiámos a moeda de chocolate na boca, com um gesto rápido, quase sorrateiro. 
-Tens o papel, tens o papel - gritei-lhe eu, já rir, tentando tapar a boca e abafar o riso, que saía espontâneo. 
Não consegui parar. A cara dele, a rapidez com que cuspiu o que tinha na boca, quase se engasgando, a sofreguidão de engolir ainda algum restinho, os olhos grandes a rir de espanto e de graça. 
Foi giro aquele momento. Senti-me bem com ele e sei que ele se sentiu (e sente) bem comigo.
Riu também comigo, com gosto. E ali ficámos, metade de um minuto os dois, agarrados à barriga, a abafar as gargalhadas que dávamos. 
Os olhos dele disseram-me tudo naqueles 30 segundos e à boleia desses olhos grandes, ganhei logo o ascendente necessário para me zangar (com sucesso), 10 minutos depois, com uma preguicite muito, muito AGUDA, que o impedia (quase!) de fazer o que quer que fosse. E lá vou gerindo o que lhe proponho, tentando sempre menorizar-lhe as dificuldades e equilibrar isso com a eficácia (possível) no desempenho.

Quando penso, às vezes, no que ando aqui a fazer, são momentos destes, lambuzados de chocolate, que me vão mostrando o caminho...
Ufa! Ainda bem que os ascendentes se conquistam e não acontecem por decreto. É que nesta conquista, tenho-me safado muito bem. 
Não será isto o principal?


domingo, 1 de março de 2015





Também te amo nestes dias...

Vou ali tratar da neura um bocadinho e já volto.  É que há dias assim.
Sei que passa, é o que vale... 






quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015




 HÁ CASAMENTOS E CASAMENTOS



Há casamentos de paixão mesmo, daquelas arrebatadoras, em que depois, a convivência entre os dois é dinâmica, intensa e pautada pelos altos e baixos da vida que não tiram ao sentimento, a força e o sabor (ou pelo menos, não deviam tirar...). Aqui, a ligação é emocional, afetiva, física, cúmplice e eterna, assumindo a eternidade o tamanho da vontade de cada um, ou dois, neste caso...
Depois, há também aqueles casamentos por conveniência, que sabemos que existem nos filmes e na vida real, em que há uma série de vantagens que ditam a união e em que, todos os dias, se busca o positivo, se formos almas generosas; em que se procura o envolvimento, porque somos assim, teimosos com esta coisa dos afetos e em que se vê, às vezes (porque se está atento), focos de luz que nos dizem que nem tudo é mau. E nestes casamentos assim, se vai vivendo, numa temperatura morna, em que às vezes também há gelo e outras vezes, calor... Sobrevive-se, até com alguma serenidade e, MUITAS VEZES, por muitos anos...

Este casamento profissional que fiz, nesta fase da minha vida de trabalho, é de conveniência, não tenho dúvidas disso. Todos os dias lhe procuro coisas boas e todos os dias não me arrependo de procurar, pois intuo que, no dia que deixar de o fazer, posso desistir. Acho que vai ser um casamento duradouro, pelo menos não penso em separar-me para já e se calhar, daqui a algum tempo, até me rirei deste post, quem sabe. Estou pacificada e não faço dramas deste assunto, esta convivência é-me vantajosa para já e eu "encho-a" de coisas boas e importantes na minha relação com os meninos e meninas que povoam os meus dias, mas de vez em quando, lá no fundinho de mim, tenho saudades de uma paixão antiga que sempre me moveu... Afinal, quem não gosta de uma história de amor? E este, não é só por pessoas digo-vos eu...








terça-feira, 24 de fevereiro de 2015




ÀS 9 DA MANHÃ...


Correu para mim e afundou a cabeça na minha barriga. O sorriso ia de orelha a orelha. Gesticulou, perguntando-e para onde ia. Expliquei-lhe e percebeu. Foi ter com os outros, a dizer-lhes da minha chegada. 
segui para o dia que tinha pela frente e lá seguiu ele também.

Estarei sempre na sombra e não haverá nunca receitas para isto que faço. Haverá sempre dias maus e outros dias bons e haverá sempre MUITO POUCO retorno, aquela coisa às vezes tão boa e tão insufladora de ego. Sei disso tudo, ou vou sabendo aos poucos, que há esquemas de uma vida inteira que levam tempo a desmontar. Mas este sorriso rasgado e este abraço que se afundou na minha barriga, esta reação ao ver-me e este brilho nos olhos, eh pá, estes já ninguém me tira e vi-os, com clareza, ao princípio da manhã.
Há mesmo coisas que não vêm em livro nenhum e com esta, para além de ter ficado derretida, ganhei logo o dia... às 9 da manhã!




P.S. Derreto-me com pouco, é verdade, mas o pouco, às vezes, pode ser TANTO...



domingo, 22 de fevereiro de 2015



HÁ COISAS ASSIM...


E hoje apetecia-me prolongar assim esta tarde de sol, dar-lhe uma infinidade de horas que a tornassem (quase) eterna, juntar a mim todos os meus e ficar parada, sem fazer nada, só a apanhar nos poros esta luz, desta tarde de domingo, solarenga e preguiçosa. Cada vez acredito mais que esta luz, deste sol algarvio, tem super poderes...
É tão bom isto!
E sabe a pouco...


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015




ÀS VEZES SOU IMPLACÁVEL


A roupa acumula-se como água numa poça funda. Confesso que detesto passar a ferro, é das tarefas domésticas que mais me custa fazer e, para dizer a verdade, que estou menos habituada a fazer, já que tive sempre (graças a Deus...) ajuda para isso. Agora, circunstancialmente e durante algum tempo, a ajuda está em modo pausa, por motivos de saúde, o que me/nos obriga aqui a uma super logística na gestão da roupa para passar.
Cresci a ver o meu pai super cooperante em casa. Tinha tarefas de eleição, coisas que gostava mais de fazer e isso notava-se na separação, natural, que se fazia das coisas, mas habituei-me a vê-lo fazer de tudo, sem se atrapalhar, com uma visão prática e nada dependente da minha mãe, pelo que me lembro. Hoje, o pai dos meus filhos também faz de tudo em casa, sem grandes dramas, cozinhando, passando, arrumando, aspirando, se for preciso. Há tarefas específicas que ele faz infinitamente melhor que eu, embora eu lhe vá sempre bater aos pontos, na rapidez e fluência da coisa. Afinal, o tal cromossoma X que me dota dos tais (alguns) super poderes, é o que é e mais nada!
Hoje, deu-me assim uma travadinha! Os dois mais novos em casa à tarde, comigo, a mais velha em aulas e lancei a pergunta: -"Quem quer passar a ferro? É que eu vou fazer isto, e isto e isto e a roupa quase chega ao teto..."
- Eu! - a resposta do mais novo soou rápida, levada pela novidade e eu, mãe experiente-e-veterana-na-gestão-de-timings-de-filhos-voluntariosos-mesmo-que-não-saibam-muito-bem-o-que-isso-é-e-mesmo-que-estejam-enganados-por-uma-novidade-traiçoeira, prontamente lhe separei um punhado generoso de roupa mais fácil e  fiquei a vê-lo fluir, enquanto mergulhava em tantas outras coisas que estava a fazer.

Nunca serei escrava da minha casa. Terei sempre mil e um outros interesses que me preencherão o tempo e a disposição e ainda bem, mas insisto em transmitir aos miúdos esta visão de que TODOS têm que ajudar. Nisto, sou implacável. Já tenho dito isto aqui e quem me lê, sabe que é assim. Não há cá a conversa de que é rapaz é rapariga, ai isto, ai aquilo. Ajudam todos e ponto!
Haverá coisa melhor que adultos desempoeirados, autónomos, capazes e desenrascados? Cá por mim, acho que não, mesmo que se passe a ferro ao som do futebol e com um Ipad no fundo da tábua! Cada um...




terça-feira, 17 de fevereiro de 2015



50 SOMBRAS?
QUAIS?


Confesso que não li os livros, mas foi por acaso. Tento não ter preconceitos em relação à leitura. Acho que o que importa é ler, se isso nos der aquele prazer indizível que a leitura dá, nos fizer fazer aquela viagem solitária para outros mundos e terras e contextos e sonhos. Estava a ler outras coisas e não foi calhando... Muitas amigas minhas leram o livro e contavam a história, de modo que não era uma completa novidade para mim. Confesso que a minha curiosidade nunca foi tão grande, a ponto de pôr outros livros em lista de espera, mas pronto...
Lá fui ontem, sozinha, ver o filme...
Ela, muito gira, ele, muito giro também; boa fotografia, boa música, mas, confesso, pouco passou disso, para mim. Mesmo não tendo lido o livro, acho que se podia ter explorado um pouco mais o perfil de Christian Grey, a "viagem interior" feita até se assumir aquela personalidade dominadora, ter-se explorado mais o homem que, aos poucos, percebe que sexo com amor é muito melhor e que já não consegue fugir disso, mesmo querendo. Dela, talvez brincar-se mais com uma ingenuidade que aos poucos, mostra ao público que é q.b, não sei, talvez um pouquinho mais de densidade que, misturada com o erotismo daria uma mistura explosiva e, aí sim, marcante.
Não posso dizer que tenha desgostado do filme. Lá o vi, lá comi as minhas pipocas salgadas, e pronto, lá saí da sala assim sem vontade de falar no filme, achei-o um pouco insonso, normalzinho de mais....
Quanto às supostas, eventuais cenas eróticas... bem, acho que há filmes, muitos outros, que sem terem essa "fama", são bem mais eróticos que este... prendem-nos ao ecrã, às personagens, à densidade amorosa que se sente e se explora com o corpo... não senti isto aqui. Não sei, pelo menos foi um suposto erotismo que não colou, cá para estes lados....
Valeu o  Jamie Dornan e a Dakota Jonhson, esses sim, giríssimos!!
Achei o Mr. Grey, muito previsível, sem sombras nenhumas... 
As opiniões valem o que valem e esta é a minha... Fogo, devo ser mesmo ET...

OU SÓ AS PIPOCAS...