terça-feira, 10 de abril de 2018






TÃO-CERTO-E-CERTEIRO

Mandou-me um link desta publicação que viu na Net. Entre o bombardeio de coisas que tenho para fazer e gerir mal ponho um pé na escola, consegui passar os olhos pelo escrito e perceber que me identifico com todas as frases e linhas e palavras e afirmações aqui descritas. E fiquei orgulhosa dele, por me ter mandado isto, pois sei que também é assim. A genética aproximou-nos nestas características e nestes "sentires".

Não é mensurável, a empatia. Não se quantifica, não se mede em taxas de sucesso que pode fazer alcançar. Não é expressa em grelhas de observação, ou em gráficos de folhas de cálculo. Penso também que não é uma coisa que se treine grandemente, ou pelo menos para sempre: ou se tem, ou não se tem. Ou se é (empático-a-), ou não se é. Será uma coisa mais ou menos genuína, inscrita no DNA com que nascemos. Será uma coisa que vem "à boleia" da inteligência emocional e esta também não é facilmente medível. Aparada,  burilada, aperfeiçoada, mais atenta, mais atuante, mas não medível, ou quantificada.

Pois, pois... é verdade, isto! E o problema é que cada vez me identifico mais com coisas assim que não se medem, não se apalpam, não se tocam, não são tangíveis, nem expressas em números. São da ordem do subtil, do intuitivo, do sensível, daquilo que não se vê, mas sente-se e é tão-certo-e-certeiro-como-estarmos-aqui. E agora?






P.S. Quanto a ti, maninho... sempre certeiro!!
LUV U!!