quinta-feira, 20 de outubro de 2016






E QUANDO...

E quando perco o chão é em ti que continuo a pensar, em busca daquela segurança que tu me sabes dar, mesmo sem te dares conta, dando-me chão, espaço e tempo para viver sem medos. Como se a minha (aparente) segurança só fosse completa contigo.
E quando me sinto cheia de tudo o que traz ruído, é do silêncio seguro do nosso amor que preciso, como se precisasse de voltar ao que é simples para tudo ganhar sentido. 
E quando os meus sentidos ficam cheios de informação que atordoa, é também  do riso simples contigo que tenho saudades, aquele riso dos 18 anos que nos caracterizava e, quero crer, nos caracteriza até hoje, nos dias bons. E por isso é ainda hoje bom rir contigo.
E quando o peso dos problemas me faz vacilar, é também do que já construi contigo que me recordo, como se esse fosse um dos rochedos seguros ao qual me quero agarrar. E agarro.
E sim, fica tudo um pedacinho melhor. A sério...




quinta-feira, 13 de outubro de 2016





DESCOMPLICAR

(continua a precisar-se!)

Uma amiga minha costuma dizer que Deus não nos dá nada que não possamos suportar. Acredito profundamente em Deus e acho piada à frase que retira algum fatalismo ao que nos vai acontecendo, acho, tornando-nos agentes na primeira pessoa da nossa história. Também nunca fui muito de matutar nas coisas. Acontecem e pronto! Acho que é o meu espírito prático (herança absoluta da minha mãe) e um interruptor de descomplicar que tenho. Acho sinceramente que é isso. Se assim não fosse tantas coisas seriam um drama e tantas coisas seriam muito mais complicadas do que são. Depois, o facto de ter três filhos seguidos, o meu percurso profissional em variadíssimas escolas, o contacto com tantos e tantas colegas diferentes e tantos e tantas formas de trabalhar, as minhas mil outras tarefas que tenho extra trabalho, a coerência entre o descomplicar e o manter o rigor e a seriedade (maior dos desafios, este!), acho que tudo contribuiu para um espírito prático apurado que me tem levado a filtrar e absorver (por esta ordem) só o que é necessário. E sou feliz assim.
E por isso me lembrei hoje deste post antigo e deste porto seguro com cheiro e cor dos meus onde chego todas as noites e que me ajuda a descomplicar e me estrutura como pessoa. 
Pois é! Há coisas que já não mudam... 



terça-feira, 11 de outubro de 2016




TEMPERO FORTE

Provavelmente vais odiar a foto que escolhi para este post, mas já estou habituada a que discordemos muitas vezes nestes assuntos de fotos e gostos. Gosto desta foto porque gosto do teu ar, senhora de si e sabedora das tuas verdades e certezas. Olhando em frente, determinada. É bom ser-se determinada e convicta. Dá-nos um tempero forte, isso e afirma-nos, às vezes, no meio de tanta gente sem sal. 
Sim, e hoje em que, por vários motivos, me lembrei tanto da cortesia, pensei em ti e quis dizer-te que, tudo o que temos vindo a conversar, sobre cortesia, educação, o sermos diferentes, elevados, especiais, vai obrigar-nos sempre a fugir da mediania, a procurarmos a diferença e a sermos elevados de espírito e de alma. Não é fácil, mas é o único caminho.
E com isto, princesa, não ficas menor. Antes ficas especial e maravilhosa e se a isso juntarmos esse teu ar, então serás irresistível.
LUV U!


domingo, 9 de outubro de 2016






PEIXINHOS DENTRO DE ÁGUA AZUL





Esta foto faz-me lembrar os almoços ao domingo, na casa da minha mãe, tua avó, onde fazemos selfies parvas e vocês ensinam a avó a instalar aplicações no telemóvel. Onde os primos brincam e nós, adultos, deitamos conversa fora. Onde se vêm, espalhadas pela casa, fotos antigas, minhas, dos meus irmãos e dos meus Pais. Onde se respiram afetos, numa família barulhenta que fala toda ao mesmo tempo. Onde se abraça a avó, quase a estalar-lhe os ossos. Onde se pode ser o nosso EU mais autêntico: barulhento, sincero, agitado. Onde a nossa raiz se afunda, para nos dar a segurança de sermos o que somos. Onde nos sentimos bem, porque parecemos peixinhos dentro de uma água azul. Onde ficamos de frente com uma receita tão simples para ser feliz.
Já o tinha dito aqui que a casa da minha mãe tem este duplo sentido. E que um simples almoço de domingo se pode transformar, se quisermos, numa coisa muito séria. 
E para ti, que agora que nem sempre lá podes ir connosco, sei que continuará a ter estes sentidos todos e mesmo à distância, te estruturará como pessoa, fazendo-te perceber que a simplicidade da vida e dos momentos pode dar-nos, às vezes, o mais importante. 
E eu, que sou tua mãe, te digo que isso é mesmo verdade...

quinta-feira, 29 de setembro de 2016





GOSTO TUDO DE TI...


Nunca li um livro do Lobo Antunes. Só as crónicas da VISÃO. Mea culpa, se calhar, mas de facto, nunca "colou" o tipo de escrita dele. A exeção única, foi o livro "D'este viver aqui neste papel descripto" - Cartas de Guerra -, da D. Quixote, 2007 (ver link), uma coleção das cartas (de amor) que escreveu à sua primeira mulher durante a sua comissão na guerra colonial em Angola, quando tinha 28 anos e da qual resultou agora a adaptação ao cinema, com o filme "Cartas de Guerra".
Lembro-me, desse livro lido há muito, sobretudo da intensidade do amor vivido à distância forçada, da necessidade de pautá-lo diariamente com um registo diário de saudades, feitos e desventuras, do papel e importância da escrita para registo de memória futura do tamanho das saudades, da ternura, do que se sentia e lembro-me também de uma expressão usada pelo autor, que era GOSTO TUDO DE TI.
Gosto tudo de ti. E este GOSTO TUDO DE TI substituía o GOSTO MUITO. E ele dizia-o sem parar, imprimindo ao que escrevia uma carga de sentimento que, me dizem, ser apanágio deste autor.

Esta expressão ficou-me na lembrança. Sim, lembro-me muitas vezes dela e uso-a também. Uso-a com a consciência plena de que é uma expressão feliz, porque GOSTO MESMO TUDO DE TI.  E isso sobrevive às vezes que me irritas, às vezes em que estou estou zangada, às vezes em que ficamos assim, longe um do outro com a carga dos dias a pesar sobre nós. GOSTO TUDO DE TI, porque apesar de tudo isso, dessas coisas do dia-a-dia de pessoas (e casais) normais, este gostar subsiste e enche-me a alma de forma plena.
GOSTO TUDO DE TI... acho que já te tinha dito!



P.S. Estamos bem mais novos nesta foto, mas claro, não se nota nada... 
 

terça-feira, 27 de setembro de 2016





SEM DRAMAS


A partir dos meus 13, 14 anos não me lembro de ir com a minha mãe às compras de roupa. Quando tínhamos de o fazer, ela marcava-nos um limite de podem gastar X e nós íamos aviar-nos, sem dramas, comprando ao nosso gosto, sem stress, com uma supervisão atuante, mas à distância, de uma mãe super prática. 
Acho que lhe herdei o espírito prático e ainda bem. Em tudo na vida tem-me sido de uma mais-valia suprema. Descomplica procedimentos, agiliza-os, torna-os responsabilidade maior dos próprios sujeitos e não faz colidir gostos pessoais.
Faço o mesmo agora com as minhas filhas: "- Meninas, o que vão comprar? Ok, hoje o plafond é de X..." e lá vão elas, satisfeitas e eu, espero-as, satisfeita também.
Há coisas que não se podem mudar. Feitios, paciências e maneiras de pensar. 
Continuarei a não ser uma mãe típica de adolescentes nesta área e elas continuarão a saber aviar-se sem mim colada atrás delas. É que estou lá, presente à mesma, atuante, opinativa, mas de forma mais indireta, cá atrás, sim, porque pedir-me para andar atrás delas de loja em loja e outra vez e mais outra e outra ainda, é como pedir-me para ir arrancar um dente. E isso nunca é agradável, acho eu. E também acho que deve ser mais ou menos esta cara que faço quando o tenho de fazer.




Lembrei-me que há 4 anos,  no primeiro post deste blog, já eu dizia isto!
Pois... Coisas que já não mudam!

Ah e P.S. Quando tenho de o fazer, faço-o, sobretudo quando sei e vejo que isso lhes é importante e faço-o sem dramas também, mas como dizia neste post antigo, elas já me arrumaram bem nas suas cabecinhas e eu agradeço-lhes!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016





MALHAR EM FERRO QUENTE?
Valerá a pena?

(sempre achei que os ditados populares encerram sabedoria... da certa!)



Opá, não resisti a vir logo aqui escrever isto. Identifiquei-me completamente com o que aqui se defende.
Identifiquei-me com este projeto e com esta forma de trabalhar. Percebi a dificuldade de fazer passar uma mensagem à qual não é fácil aderir. Percebi a dificuldade de se arranjar uma equipa assim e de se poder, de forma sistémica, entrar na estrutura do ensino e mudar paradigmas. Percebi quanta coragem é necessária para isto, quantas adesões a esta forma de trabalhar, quanto empenho e "desbravar de mato" que se tem de fazer. Percebi, porque não sou ingénua, quanta sorte se tem de ter à mistura, para se conseguir "caldear" todos estas factores de forma favorável. Pensei nos meninos e meninas que conheço tão inteligentes, tão capacitados, mas tão desenquadrados, tão resistentes a aderir a este sistema antigo e desadequado de ensino, punitivo, espraiado em metas e competências que não lhe são significativas. Pensei em todos os meninos e meninas que podiam brilhar, cantar, dançar, pintar, na escola e que não o podem fazer, porque se desenha para eles um esquema de ensino balizado principalmente em algumas áreas e não noutras. Percebi a importância de se trabalhar com os Pais, com as famílias, trazendo-as e sobretudo, envolvendo-as com a escola. Percebi que tudo isto leva tempo, para testar, aplicar, maturar. E percebi que tempo, é uma coisa que quase já não há. Para nada. 
Mas pronto, gostei deste senhor diretor e desta escola pública. É a prova de que existe gente desta por aí. Sei que há muitos outros diretores, muitas outras escolas que quereriam poder aplicar também tudo isto e que não podem, não conseguem, não têm tempo, não têm o tal dado da sorte a ser-lhes favorável, não têm a equipa adequada. Eu sei... 
Mas, mesmo assim, quero louvar aqui a coragem deste e de muitos outros que conseguem. É que não podemos mesmo continuar a malhar em ferro quente! Há coisas que não funcionam mesmo e já todos vimos isso há muito...



P.S. Lembtrei-me desta foto de uma atividade de  Pré-Escolar , onde o IMAGINAR/SONHAR/RIR/ esteve tão presente...
TENHO TANTAS SAUDADES DISTO...

terça-feira, 20 de setembro de 2016






PALCO GIGANTE





Às vezes lembro-me desta foto e da ternura que me inspira. E hoje, passou-me pelos olhos...
Nunca tive uma irmã (tenho dois irmãos maravilhosos), mas esta foto inspira tudo aquilo que sempre imaginei que duas irmãs pudessem ser. Cúmplices, amigas, parceiras de confidências, leais, diferentes, sim, diferentes uma da outra, mas complementares no amor e na vida que possam partilhar. Porque o amor toma forma e é verdadeiro, mesmo na diferença. 
O mar lá ao fundo inspira-me ao futuro, reservado à sobranceria de quem não se revela, mas certo, certinho como um tiro que nos espera a todos. E o vosso abraço, inspira-me à ternura que espero que vos ligue sempre. Mesmo com arrelias, mesmo com irritações próprias de duas irmãs que são (muito) diferentes. Mesmo com diferenças de idade, de postura, de formas de encarar o mundo. Mesmo com espaços e tempos próprios de cada uma. É assim que deve ser. Um palco gigante onde os afetos subsistem e vos ligam. E eu, como vossa mãe, intuo que é assim que será. 

P.S. Juro que vou amarrar o Pedro e tirar-vos uma foto assim aos três!    

terça-feira, 13 de setembro de 2016



RISCOS NO CÉU

E agora pronto, é deixar-te voar e seres tu a fazer os riscos no céu. 
Cá por mim/nós ficamos cá por baixo a aquecer-te o ninho que continuará sempre a ser o teu. 
Bons vôos, princesa!!



P.s. Haja coração-plástico-de-mãe-que-tem-que-estar-preparado-para-isto... Ufa!!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016







ESCADINHA

Disse-me ontem que eu "lhe tinha ensinado" que aquilo que dizemos aos filhos, fica sempre lá, mesmo reminiscente, para mais tarde, ou mais cedo se manifestar como uma semente boa que dá sempre fruto, mesmo quando a terra não presta. (Fui eu que te ensinei isso, tia querida?? Não terás sido tu a mim?)
Mas pronto, quero crer que sim. Quero acreditar que as vozes da mãe (e, no meu caso, por osmose, do pai) irão sempre fazer eco nas suas vidas como uma ressonância teimosa, que os devolve às raízes, à essência maior do seu núcleo. Quero crer que tudo o que a mãe lhes diz, mesmo que tenha agora ares e vozes de parvoíce sem sentido, possa orientar-lhes os passos no futuro, como se nós tivéssemos sempre que voltar a uma raiz forte que nos segura à terra, nos dá o norte e nos permite depois voar.
Pois é! Na escadinha de filhos que tenho, na diferença de feitios, personalidades, maturidades, formas e modos de estar, tenho que ser mestre nisto de não me anular, dizendo-lhes sempre o que penso, com palavras certas e claras, olhar seguro e tom firme, observando e ouvindo na retaguarda e agindo, por instinto e razão, sempre que acho necessário, não deixando esquecer assuntos, mesmo que nem sempre se encontrem os momentos certos para os abordar, já que aqueles nos parecem fugir.
E sobretudo, tenho que acreditar, acreditar muito que algo lhes fique, como se o seu degrau na escadinha dos irmãos, tivesse sido encerado, ao longo do tempo, com uma cera especial. Daquelas que brilham sempre e cheiram bem.

Pois!... Coisas de mãe, estas. Mas é isto, é mesmo isto, não há volta a dar!

sábado, 3 de setembro de 2016






SAUDADES






Hoje farias 46 anos e as saudades que tenho de ti são sempre incontáveis e não passam, mesmo arrastadas pelos anos. Por isso, foi para esta foto da minha e tua doce infância que olhei de manhã, lembrando-me deste dia, no Jardim Escola "A Luzinha", vestidos (ou semi vestidos, que a paciência da mamã para estas coisas não era quase nenhuma...) de Carnaval! 
Gosto de ver os nossos braços dados e o meu sorriso de irmã mais nova que, apesar de mais nova, arrastava-te tantas vezes para aquilo que eu mais gostava de fazer. E tu ias, ias sempre. 
Tenho muitas saudades tuas, Nuno e queria ter-te aqui perto de mim, a contar-te as coisas da minha vida, a ouvir-te rir, genuíno, como te rias, a ouvir-te falar e a saber o que achavas de todas elas. A seres o meu irmão companheiro, tão diferente de mim, mas tão meu, tão cúmplice. A seres comigo irmão e irmã do nosso João pequenino, agora homem. A estares comigo, connosco, aos domingos na casa da mamã. A recordarmos juntos o papá...
Gosto da espécie de anjinho gordo "de moldura" que nos segura aos dois.
Quem sabe seja perto de um destes que tu estás. Bem, claro, claro que sim, porque o céu merece pessoas como tu, eu sei...
Mas tenho saudades, só isso e por isso, este dia vai ser sempre especial. 
LUV U! 



domingo, 28 de agosto de 2016




CENÁRIO PINTADO

que mais gosto nas férias é de andar de chinelo no pé. De não ter de me preocupar com o cabelo. De andar sempre super, hiper prática, de estranhar já quando tenho que pôr um simples rímel.  De escorrer o tempo em hábitos simples e rotineiros. De não ter horas. De saltar refeições só porque sim. De enganar biorritmos porque se contraria o habitual. De ter uma praia deserta a 300 passos de mim, se eu quiser. De estar na ria, ou na costa, ou no café, ou em casa, ou na rede, o que me apetecer. De ter sossego, dado também por filhos já grandes. De ler sem fim. De tudo isto que já tenho dito e que forma e completa as minhas férias. E disto já não abdico, pronto, finezas da idade!
E depois tu, que estás sempre lá, como se completasses um cenário pintado que já é o meu.
Os tempos que gosto de passar sozinha e que me estruturam, não compensam aqueles em que estou contigo, nestes cenários das nossas férias, ou em quisquer outros, como se o equilíbrio se encontrasse nesta dualidade.
Pois é! Fazes-me parte. Fazes parte. De chinelo no pé, ou de rímel nas pestanas e cabelo arranjado.
E é tão bom, isso...
LUV U!



domingo, 21 de agosto de 2016





ESTRANHICES
(cada um com a sua...)

Sinto-me um bocado estranha, às vezes, com esta minha compulsão da leitura. Sentir que prefiro mil vezes, às vezes, ficar com o meu livro de momento, a fazer aquela viagem única e só minha, do que ir aqui, ou ali. Às vezes, a sério, acho que tenho que dosear isto, para não parecer maluquinha de todo. Vou dizendo para mim própria que a idade me vai trazendo menos paciência para o que não gosto de fazer, mais impertinência para espaços e tempos que não vou suportando já tão bem e também aquela sobranceria tranquila que a maturidade traz, que é a de fazer MESMO aquilo que gosto. 
E depois, tenho amigas que partilham comigo este gosto, esta compulsão e, à boleia de conselhos trocados e/ou sugestões partilhados, caem-me no colo assim coisas destas, como este que acabei agora de ler, O ROUXINOL, de Kristin Hannah. 
Sendo uma leitora (quase) compulsiva, não sou expert em literatura, nem tenho um conhecimento exagerado de muitos autores, correntes, ou estilos. Leio porque gosto, porque me envolvo nas histórias, porque gosto de imaginar as personagens nos cenários descritos, porque enceto viagens para mundos que vou conhecendo melhor. Mas sou, sobretudo, sensível a uma boa história, que junte uma boa narrativa a um enredo interessante, personagens densas e acontecimentos decisivos, cenários inventados, ou reais, trama, suspense e humanidade. 
E este livro, que tem por detrás os factos históricos de uma França ocupada, traz até nós a vida de duas irmãs que representam outros tantos e tantas que sobreviveram e resistiram ao jugo nazi.
Sendo cada leitura uma viagem única e absolutamente pessoal (por isso é que há tantos livros e autores tão significativos para uns e tão indiferentes para outros) atrevo-me a remoer (e aconselhar) este, relembrando a história e o papel decisivo que as mulheres tiveram nos palcos mais esquecidos ( ou mais importantes) da guerra.

É que gostei mesmo do livro! E ler aqui, só pode ser bom, já agora...